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Sabonetes e cosméticos limpam e embelezam, mas são um desafio para a saúde.

Artigo escrito pelo:
Consultas na Clínica Alexandre Feldman
Dr. Alexandre Feldman (CRM-SP 59046), clínico-geral, fundador e diretor médico responsável. Gestão de hábitos e estilo de vida aliada aos tratamentos menos agressivos possíveis! 



Sabonetes são parte integrante de uma grande lista de produtos que utilizamos no dia-a-dia e que podem contribuir, e muito, para uma série de doenças. Não apenas as óbvias alergias, mas uma série de desequilíbrios químicos e hormonais podem ser causados por substâncias quimicas insuspeitas que entram na fabricação dos cosméticos e produtos de limpeza que utilizamos. Quem sofre de enxaqueca, muitas vezes, pode ter crises desencadeadas por cheiros. Os perfumes dos sabonetes podem ter aroma agradável, mas são pura “química”, completamente artificiais, um convite para o mal-estar.

Sabonetes podem fazer mal

Além de aromas artificiais, os sabonetes contêm uma série de corantes capazes de provocar reações como alergias e danos à pele. Uma vez absorvidas pela pele, essas substâncias químicas interagem com todo o organismo, onerando nossa saúde e energia. 

Se você já leu o rótulo de um sabonete comum, certamente se assustou com o número de produtos químicos presentes: bactericidas, emulsificantes, estabilizantes e tantos mais.

O pior é que nós pagamos bem caro por algumas marcas, importadas até, em lojas de grife – mas apesar do preço, o número de aditivos químicos é ainda maior! É como se estivessemos pagando para nos expor a esse lixo!

Quando os sabonetes vêm misturados a cremes hidratantes na sua composição, adiciona-se a tudo isso uma série de outros ingredientes químicos e óleos oxidados, que só fazem mal a longo prazo.

Com os shampoos é a mesma coisa.

Na verdade, o sabonete precisa de gordura, hidróxido de sódio e água. Misturando esses ingredientes em proporções adequadas e condições específicas de temperatura, ocorre um processo chamado saponificação da gordura. E está pronto o sabão (ou sabonete, se desejar).

Se a gordura for estável, como é o caso da gordura de coco, não sofrerá oxidação nesse processo. Outros óleos vegetais podem se oxidar, tornando-se prejudiciais à saúde. A gordura animal é bem mais estável que o óleo vegetal, portanto mais apropriada para um melhor sabão. Hoje em dia, a maioria dos sabões são de óleos vegetais, portanto neste caso certifique-se que seja de coco.

Conclusão: o melhor sabonete que existe, amplamente disponível é o puro sabão de coco. Sim, ele mesmo! Aquele que você pode encontrar bem baratinho no supermercado.

Mas por favor, leia os rótulos com muita atenção! A maioria dos sabões de coco também contém aditivos químicos. Procure aquele em cujo rótulo esteja escrito apenas: “Água, gordura de coco e hidróxido de sódio (ou potássio)”.

Dr. Alexandre utiliza em seus banhos, assim como para lavar as mãos, o sabão de coco. Como também como shampoo. Os resultados são excelentes! A pele fica macia, e os cabelos, brilhantes. É claro, afinal não possui aditivos químicos prejudiciais. Além disso, você economizará muito dinheiro.

Por isso, sua dica é: não tenha preconceito com o bom e velho (e puro!) sabão de coco. Ele ainda é – e sempre será – o melhor. Procure-o nas prateleiras de baixo, pois é lá que ficam os produtos mais baratos, que dão menos lucro ao supermercado. Experimente e deixe seus comentários!

Fonte: Enxaqueca

Comentários

  1. gostei do post e das considerações e já uso sabão de côco em muitas situações. O único problema é que mesmo o sabão de côco tem muita soda, então a pele chega a "trincar"... como saber o índice de soda utilizado?

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